quinta-feira, 26 de outubro de 2017

PASTORAL DA JUVENTUDE DA DIOCESE DE CAXIAS CELEBRA SEUS TRINTA ANOS EM MATÕES

Resultado de imagem para imagem da pastoral da juventudeA Pastoral da Juventude  da Diocese de Caxias, celebra nesse fim de semana,  a celebração dos trinta anos de implantação da PJ na diocese.

A Pastoral da Juventude é um meio de evangelização dos jovens e se caracteriza pelo seguimento da vida de Jesus Cristo, sobretudo no âmbito social e político. A PJ, como é conhecida a pastoral, procura ser fermento no meio do povo e, busca atender ao apelo evangelizador de ser ser uma Igreja em saída, missionária e juvenil.

Os pejoteiros, como são conhecidos os membros da Pastoral da Juventude, da diocese de Caxias estarão reunidos no município de Matões, neste sábado e domingo (28 e 29) para uma grande celebração. São esperados mais de dois mil jovens, das 23 paróquias que compõem a diocese de Caxias e, seus respectivos párocos.

A programação se iniciará na noite do sábado, no largo da Igreja do Divino Espírito Santo com o acolhimento dos jovens e uma Missa às 22:00 horas, logo após a Missa haverá uma grande vigília com shows e oração, que seguirá até as  cinco da manhã, horário que dará início a uma grande caminhada pelas ruas de Matões. A caminhada se encerrará na Capela de Nossa Senhora Aparecida, no Conjunto João Coutinho de Brito, de onde os jovens voltarão para suas paróquias.

sábado, 7 de outubro de 2017

HOMENS, HUMANIZEM-SE!

Texto:Professor Luciano
Resultado de imagem para imagem de incendio na crecheTenho refletido bastante sobre o valor da vida humana. Tenho revisitado alguns filósofos e suas concepções antropofilosóficas.

Protágoras, filósofo da idade antiga, sofista , afirmava que o ser humano é a medida de todas as coisas, daquelas que são enquanto são e, daquelas que não são enquanto não são, ou seja ,o ser humano é que determina sua vida.

Sócrates, afirmava que todo homem tem a verdade(conhecimento), em seu interior. Platão,dizia que o ser humano é essencialmente alma, embora composto por alma e corpo.Para ele,o corpo é prisão da alma; aliás eram três almas, a alma concupiscente,responsável pelos desejos carnais; a alma irascível,responsável pelas paixões e a alma racional,responsável pela razão humana. Para ser feliz, o homem deve equilibrar as almas,através de exercício físico e da dialética.

Aristóteles afirmou ser o homem formado por matéria e forma;já René Descartes , na modernidade, afirmou ser o homem corpo e alma,mas de forma radicalmente distinto.

O cristianismo coloca na natureza humana dignidade plena,pois afinal, somos"imagem e semelhança de Deus".

A verdade é que, esta propalada dignidade ,está sucumbindo,definhando, não por obra do Criador mas da própria criatura humana. A dignidade esvai-se nas guerras ou nas ameaças de guerra entre nações ou no interior delas;nos naufrágios que matam imigrantes, na falta de acolhida destes; nas guerras civis e tribais ; nos conflitos entre traficantes de drogas ; na corrupção generalizada.

O Ser humano está perdendo o sentido de pertença à própria humanidade,de união fraterna de uma casa comum; de viajantes deste planeta Gaia.

Infelizmente, o fogo da desumanidade separa corações e mentes,muitas vezes de "gente inocente". 

Assim, interrompe-se abruptamente o Homem em nós.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Reexaminar as formas de luta

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Boaventura de Sousa Santos 27/9/17
O que diferencia revolução, luta institucional, rebeldia e desobediência civil?
Por que, nas últimas décadas, a ciência política esqueceu este debate?  Vale a pena retomá-lo?
 Há temas que, apesar de serem uma presença constante na vida da grande maioria das pessoas, ora aparecem ora desaparecem do radar daqueles a quem compete refletir sobre eles – seja no plano científico, cultural ou filosófico. Alguns dos temas hoje desaparecidos são, por exemplo,
  • a luta social (mais ainda,
  • a luta de classes),
  • a resistência,
  • a desobediência civil,
  • a rebeldia,
  • a revolução
  • e, subjacente a todas eles, a violência revolucionária.
Ao longo dos últimos cento e cinquenta anos estes temas tiveram um papel central na filosofia e na sociologia políticas porque sem eles era virtualmente impossível falar de transformação social e de justiça. Hoje em dia, a violência está omnipresente nos noticiários e nas colunas de opinião, mas raramente é referida aos temas anteriores.
A violência de que se fala é a violência despolitizada, ou como tal concebida: a violência doméstica, a criminalidade, o crime organizado.
Por outro lado,
  • é sempre de violência física que se fala,
  • raramente de violência psicológica,
  • cultural ou simbólica
  • e, nunca, de violência estrutural.
Os únicos contextos em que a violência é, por vezes, referida como política é a violência nos países “menos desenvolvidos” ou “Estados falidos” e a violência terrorista, considerada (e bem) como um modo inaceitável de luta política.

O nosso tempo é simultaneamente infantil e senil

Em termos de debate filosófico e político, o nosso tempo é um tempo simultaneamente infantil e senil. Engatinha por entre ideias que o atraem pela novidade e lhe conferem o orgulho de ser protagonista de algo inaugural (autonomia, competição, empoderamento, criatividade, redes sociais).
E, por outro lado, deixa-se perturbar por uma ausência, uma falta que não consegue nomear exatamente (solidariedade, coesão social, justiça, cooperação, dignidade, reconhecimento da diferença), uma falta obsoleta mas suficientemente impertinente para o fazer tropeçar na sua própria ruína.

O nosso tempo divide-se entre dois grupos: os que não podem esquecer e os que não querem recordar

Como a luta, a resistência, a rebeldia, a desobediência, a revolução continuam a constituir a experiência quotidiana da grande maioria da população mundial – que, aliás, paga um preço muito alto por isso –, a disjunção entre o modo como se vive e o que é dito publicamente sobre ele faz com que o nosso tempo seja um tempo dividido entre dois grupos muito assimétricos:
  • os que não podem esquecer
  • e os que não querem recordar.
Os primeiros só na aparência são senis e os segundos só na aparência são infantis. São todos contemporâneos uns dos outros, mas reportam-se a contemporaneidades diferentes.

Revisitemos, pois, os conceitos senilizados

A luta é toda a disputa ou conflito sobre um recurso escasso que confere poder a quem o detém. As lutas sociais sempre existiram e sempre tiveram objetivos e protagonistas muito diversificados. No final do século XIX, Marxconferiu um papel especial a um certo tipo de luta: a luta de classes. A sua especificidade residia
  • na sua radicalidade (a parte perdedora perderia tudo),
  • na sua natureza (entre grupos sociais organizados em função da sua posição face à exploração do trabalho assalariado)
  • e nos seus objetivos incompatíveis (capitalismo ou socialismo).
As lutas sociais nunca se reduziram à luta de classes. A meio do século passado, surgiu o termo “novos movimentos sociais” para dar conta de atores políticos organizados em outras lutas, segundo outros critérios de agregação que não a classe e para objetivos muito diversificados. Esta ampliação não só alargava o conceito de luta social como dava mais complexidade à ideia de resistência, um conceito que passou a designar todos os grupos inconformados com o estatuto de vítima. É resistente todo aquele que se recusa a ser vítima.
Esta ampliação recuperava alguns debates do final do século XIX entre anarquistas e marxistas, sobretudo o debate sobre a revolução e a rebeldia:
  • A revolução implicava a substituição de uma ordem política por outra.
  • A rebeldia significava a rejeição de uma dada (ou qualquer) ordem política.
  • A desobediência civil questionava uma determinação específica (por exemplo, serviço militar obrigatório) mas não a ordem política no seu conjunto.

A revolução

O conceito de revolução foi-se alimentando com a revolução russa, a revolução chinesa, a revolução cubana, a revolução argelina, a revolução egípcia, a revolução vietnamita ou a revolução portuguesa de 25 de Abril de 1974 (ainda que muitos, eu incluído, duvidássemos do seu carácter revolucionário).
A queda do Muro de Berlim veio retirar atualidade ao conceito de revolução, ainda que ele ressuscitasse alguns anos depois na América Latina com a revolução bolivariana (Venezuela), a revolução comunitária (Bolívia) e a revolução cidadã (Equador), mesmo que também nestes casos fossem muitas as dúvidas sobre o caráter revolucionário destes processos.
Com o levantamento neozapatista de 1994, o Fórum Social Mundial de 2001 e anos seguintes e os movimentos indígenas e afrodescendentes, os conceitos de rebeldia e de dignidade voltaram a dominar. Até hoje.

Luta institucional ou extra-institucional?

Lutar dentro das instituições? Ou pressioná-las e mesmo transformá-las a partir de fora por vias consideradas ilegais?

Luta armada ou luta pacífica?

Obviamente, nem toda a violência é revolucionária. Ao longo do século, quem mais recorreu a ela foram os contra-revolucionários, os nazis, os fascistas, os colonialistas, os fundamentalistas de todas as confissões.
A um pacifista como eu, que sempre lutou pela radicalização da democracia como via não violenta para construir uma sociedade mais justa, causa arrepios pensar se em muitos países os padrões de convivência pacífica e democrática não estarão a degradar-se a tal ponto que as quatro condições do Padre Camilo Torres, da Colômbia, doutorado em sociologia pela Universidade de Lovaina, que deu, em 1965, em resposta à pergunta de um jornalista sobre a legitimidade da luta armada:
«Os fins não justificam os meios. No entanto, na ação concreta, muitos meios começam a ser impraticáveis. De acordo com a moral tradicional da Igreja, a luta armada é permitida nas seguintes condições:
1) terem-se esgotado os meios pacíficos;
2) existir uma probabilidade bastante alta de ter êxito;
3) que os males resultantes dessa luta não sejam piores que a situação que se quer remediar;
4) que haja um grupo de pessoas com critérios ilustrados e corretos sobre o cumprimento das condições anteriores.»

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O PÓS- LULA...

Por Professor Luciano Matias


Resultado de imagem para IMAGEM DE JUSTIÇA SOCIALApós meu último artigo "Lula não dá mais",que não sei o motivo de tamanha repercussão, um grande amigo indagou-me sobre o que colocar no lugar depois da desconstrução feita ao símbolo Lula. 

Acredito que não é chegado o tempo de discutir nomes ( esta momento brevemente chegará), mas ideias.

Com base nisso coloco aqui a plataforma em que acredito e que será a base de escolhas de nomes futuros. Eis:

- Combate a todo tipo de corrupção;

- Superação dos limites do lulismo;

-  Ampla defesa da Soberania Nacional;

- Defesa do funcionalismo público;

- Capitalismo keynesiano;

- Ampliação de direitos, sobretudo de negros, mulheres e indígenas;

- Centralidade ao ambientalismo;

-Revogação da lei antiterror, oriunda do governo Dilma;

- Democratização dos meios de governar;

- Justiça social;

- Enfrentamento  aos monopólios, aos latifúndios, ao rentismo e à destruição do meio ambiente;

- Luta por um país justo, soberano e igualitário;

- Prioridade na educação e saúde;

- Privatização e concessão daquilo que não é essencial e estratégico à soberania nacional(  o que o Estado pode manter sem prejuízo econômico, político e social, que mantenha, sobretudo para garantir o pleno emprego, a saúde e educação para os mais pobres);

- Defesa intransigente da Amazônia;

- Imposto sobre fortunas e heranças;

- Democracia irrestrita;

-Liberdade de pensamento e expressão;

- Respeito às leis como autoridade máxima das instiuições.

- Respeito à pessoa humana como autoridade máxima da vida em sociedade.

 Acredito que esta é uma boa base para o início de uma reflexão de ideias de como construir uma identidade para nosso país.

sábado, 16 de setembro de 2017

LULA NÃO DÁ MAIS...

Por Professor Luciano Matias
Resultado de imagem para imagem de despedida de LulaNão sei o porquê, mas penso muito sobre a política brasileira e um projeto de nação para este país. Chego a ficar angustiado com minhas elucubrações intelectuais. E me perdendo nelas, cheguei à conclusão, para surpresa de muitos, que é hora de uma ruptura.

Comecemos este artigo objetivamente: Lula é culpado pelos crimes a ele imputados. É muito duro para um militante, que sempre acreditou na seriedade e na  honestidade de sua referência política, aceitar estes fatos. Mas o que a realidade tem demonstrado é o contrário do que a vontade dos que admiram o ex-presidente Lula acreditava ser.

Não refiro-me aqui aos feitos das políticas sociais, que para mim, tiveram efeitos positivos na redistribuição da renda, embora tenha, nesta seara, críticas quanto à eternização do assistencialismo que provavelmente não resolva o problema definitivamente. Refiro-me  tão somente ao fato objetivo da corrupção.

Neste momento, acredito , com muito pesar, que não seja possível que todos estejam errados e um só esteja certo.  Embora sem provas concretas, ao menos por enquanto, a palavra de um só não pode ter autoridade sobre todas as outras (isto acontece no tempo e no espaço divino, basta ver Jesus e sua palavra plena); aqueles que eram amigos até a pouco instante, não podem , como que em um passe de mágica, ter se transformado em inimigo, calculista e frio ( seria esse o devir de Heráclito?).

Maquiavel ensinou aos administradores que as coisas boas deviam ser realizadas de gota em gota e as coisas ruins devia ser em uma dosagem única para que os súditos esquecessem rapidamente. Lula, foi além, ofereceu coisas boas  para que as ruins fossem ocultadas.

É por demais triste aceitar que o "cara" que te fez sonhar em um país mais justo, também te fez viver em um país mais corrupto.

De tudo isso resta a reflexão: vale a pena passar por cima de todas as regras éticas e práticas morais para obter um projeto de igualdade social? Será se realmente o PT e Lula, um dia, pensou nesse projeto igualitário ou apenas em um projeto de poder? Os fins justificam os meios?

Adeus minha admiração por Lula e junto com ele pelo PT. Não é mais ´possível defender o indefensável.

Agora, uma outra questão é , continuo acreditando em um projeto que transforme este país em uma nação justa , onde todos tenham as mesmas oportunidades e direitos. Refletirei  por um período com meus botões se este projeto poderá ser realizado por um governo de esquerda ( com Maduro começo a ter minhas dúvidas), de direita ou de centro.

Eu de minha parte começo a namorar com a social democracia, não a do PSDB, que é tão corrupto quanto a maior parte dos partidos.

Estou em busca.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

POLÍTICA E EDUCAÇÃO

Texto: professor Luciano Matias
Resultado de imagem para imagem professor luciano matiasVivemos um momento de nosso país em que a política está sendo colocada como uma instância de nível inferior ou, pior ainda, como algo  inútil e que só nos remete à podridão da corrupção. Esse tipo de pensamento, corrobora com a prática indecente de desvio da coisa pública ( res pública), pois pensando dessa forma, acabamos por nos afastar daquilo que deveria ser a prática comum da política e deixamos o caminho dos corruptos e corruptores livres ao seu bel prazer.

A política em sua acepção original, deriva da palavra polis, que por sua vez, nos remete às cidades-estados gregas, onde o bem comum era motivo de reflexão, sobretudo pelos cidadãos atenienses, afeitos ao ócio intelectual. Daí resulta que a prática do bem comum é o que deve nos guiar na busca da verdadeira política.

Erroneamente, imaginamos que política é só o processo eleitoral, de escolha de nossos supostos representantes. Porém, ela é a busca de um projeto de nação, a procura incessante por uma identidade nacional, a perseguição por uma sociedade justa e igualitária.

Dito isso, apresento minha segunda proposição. Esta concepção e esta prática política deve ter sua fonte primeira , nos dias atuais, na educação, sobretudo naquela formal, que se dá nas instituições escolares.

Nesse ambiente devem prevalecer ações  que recuperem o sentido pleno da política. As escolas não podem ater-se a conteúdos muitas vezes vazios, sem significado, sem construção de saberes para o bem comum, sem política. Ela deve fomentar a política como prática do bem comum, deve insistir nos valores da solidariedade, fraternidade,igualdade na diversidade.

A escola deve ser berço da democracia moderna, suscitando por meio da participação de toda a comunidade escolar, a democracia tão propalada e tão pouco entendida e praticada.

Por fim, é na escola que devemos saber e saber que sabemos que a política é o pilar de sustentação de uma nação que mereça esta denominação.

sábado, 12 de agosto de 2017

Lula pelo Brasil: Da Bahia ao Maranhão

A caravana do PT com ex-presidente começa dia 17 de agosto em Salvador. Confira o roteiro completo, inédito, com todas as datas e cidades por onde ele passará
 08/08/2017 09h00 - atualizado às 15h09

Divulgação
Logomarca do projeto Lula pelo Brasil
A viagem do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silvaaos estados do Nordeste, entre agosto e setembro, é a primeira etapa de um projeto que deve alcançar todas as regiões do país nos meses seguintes.
O projeto Lula Pelo Brasil é uma iniciativa do PT com o objetivo de perscrutar a realidade brasileira, no contexto das grandes transformações pelas quais o país passou nos governos do PT e o deliberado desmonte dos programas e políticas públicas de desenvolvimento e inclusão social, que vem sendo operado pelo governo golpista nos últimos dois anos.
Essa iniciativa do PT conta também com a participação da Fundação Perseu Abramo, que acaba de lançar oPrograma Brasil em Movimento, com o objetivo de elaborar uma estratégia para o futuro do país.
O legado dos governos Lula e Dilma é elemento central da disputa política e ideológica no Brasil atual. Daí a necessidade de recuperar este legado e avaliar criticamente os resultados das políticas transformadoras do PT, para defender o que está sendo ameaçado, corrigir o que não deu resultado e elaborar propostas para fazê-las avançar.
Diagnósticos dessa amplitude se produzem normalmente por meio de seminários, debates, oficinas, recolhendo as contribuições da academia e da sociedade organizada. O Projeto Lula Pelo Brasil vai acrescentar a esses debates a escuta direta do povo e a avaliação in loco dos programas e políticas públicas implantados nos governos do PT.
Viajar pelo Brasil, conversando com as pessoas, não é novidade para Lula. Ele percorreu o país nos anos 1970, para organizar o novo movimento sindical; nos anos 1980, para construir o PT; nas Caravanas da Cidadania, de 1992 a 1994, para construir um programa de governo de baixo para cima. Na presidência, recusou-se a ficar encastelado no Planalto e continuou percorrendo o Brasil.
Esse modo de atuar na política junto com o povo diferencia Lula de outras lideranças nacionais. Lula é provavelmente o brasileiro que mais conhece o país e nossa gente. A experiência que ele acumulou, nas campanhas e na presidência, vai qualificar as avaliações, diagnósticos e a elaboração de um pensamento estratégico para o país.
O Projeto Lula Pelo Brasil também contribuirá para dar visibilidade ao legado social e econômico dos governos do PT. A Rede Globo e os grandes jornais e revistas adotam sistematicamente duas atitudes em relação este legado: a censura ou a manipulação ideológica, num esforço cotidiano de desconstrução.
Programas como o Bolsa Família foram e continuam sendo alvo de campanhas difamatórias e preconceituosas. Outros, como o Programa de Aquisição de Alimentos , são solenemente ignorados, sepultados sob o silêncio. E outros, como a política de conteúdo nacional nas encomendas da Petrobrás, foram até criminalizados.
A Rede Globo não quer apenas negar ao PT e a Lula o direito de atuar politica e eleitoralmente; precisa apagar a obra de nossos governos que é, em última análise, a razão pela qual Lula é reconhecido como o melhor presidente brasileiro de todos os tempos e segue como ameaça permanente ao projeto neoliberal.
As viagens de Lula pelo Brasil vão contribuir para desinterditar o debate sobre os projetos para o pais.
A programação da viagem ao Nordeste inclui o lançamento, em duas capitais, da terceira etapa do Memorial da Democracia. Trata-se, como se sabe, de um projeto do Instituto Lula, em parceria com a Fundação Perseu A bramo, que reconstituiu a história da luta pela democracia no Brasil do ponto de vista das classes populares e seus aliados.
A entrega dessa contribuição ao público, durante a viagem, demonstra que continuamos trabalhando em favor do Brasil, mesmo nas duras circunstâncias do golpe e da perseguição judicial e midiática.

SERVIÇO:

QUINTA-FEIRA, 17 DE AGOSTOSalvador – Bahia
SEXTA-FEIRA, 18 DE AGOSTOCruz das Almas e São Francisco do Conde – Bahia
SÁBADO, 19 DE AGOSTOFeira de Santana – Bahia
DOMINGO, 20 DE AGOSTOEstância – Sergipe
SEGUNDA-FEIRA, 21 DE AGOSTOLagarto, Itabaiana e Nossa Sra. da Glória – Sergipe
TERÇA-FEIRA, 22 DE AGOSTOAracaju – Sergipe
Penedo – Alagoas
QUARTA-FEIRA, 23 DE AGOSTOArapiraca – Alagoas
Maceió – Alagoas
QUINTA-FEIRA, 24 DE AGOSTORecife – Pernambuco
SEXTA-FEIRA, 25 DE AGOSTORecife – Pernambuco
SÁBADO, 26 DE AGOSTOJoão Pessoa – Paraíba
DOMINGO, 27 DE AGOSTOCampina Grande – Paraíba
Currais Novos – Rio Grande do Norte
SEGUNDA-FEIRA, 28 DE AGOSTOMossoró – Rio Grande do Norte
TERÇA-FEIRA, 29 DE AGOSTOQuixadá – Ceará
QUARTA-FEIRA, 30 DE AGOSTOJuazeiro do Norte – Ceará
QUINTA-FEIRA, 31 DE AGOSTOGranito – Pernambuco
SEXTA-FEIRA, 1º DE SETEMBROMarcolândia – Piauí
Picos – Piauí
SÁBADO, 2 DE SETEMBROTeresina – Piauí
DOMINGO, 3 DE SETEMBROTimon – Maranhão
SEGUNDA-FEIRA, 4 DE SETEMBROSão Luís – Maranhão
TERÇA-FEIRA, 5 DE SETEMBROSão Luís – Maranhão
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